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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Imagens do futuro Guggenheim em Abu Dhabi



O museu foi projectado pelo famoso arquitecto Frank Gehry, o mesmo que projectou o revolucionário museu Guggenheim de Bilbao. Depois de criar filiais em Las Vegas, Veneza, Berlim e Bilbao o museu nova-iorquino expande-se para o Médio Oriente , ou seja, para a terra do petróleo.

A construção terá quase 32 mil metros quadrados, o que o tornará o maior dos Guggenheim’s, ficará numa ilha na costa do emirado. Será composto por colecções permanentes, galerias para exebições especiais, um centro para arte e tecnologia, centro educacional de arte vocacionado para as crianças, arquivos, livrarias, centros de procura e um laboratório para conservação de arte.

Hoteis do futuro



Entrada para o Hotel Ice, em Jukkasjärvi, na Suécia. A cada inverno, o hotel tem de ser reconstruído.



Esboços do projecto do Waterworld Songjiang, na China.



… os quartos mudam a cada ano.



Um centro de mergulho e um campo de golfe com nove buracos.



Desenhos do Hotel das Ilhas Apeiron no Dubai.



Os hóspedes dormem em frente a uma janela panorâmica, em forma de óculos de esqui.



No fim de 2009 uma área submarina será aberta no Hotel Poseidon nas Fiji. Terá 24 suites subaquáticas.





Hotel Atlantis no Dubai, com um enorme aquário.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Carro futurista ou do futuro?

Um carro futurista nem sempre é aquele carro moderno, ou de tecnologis de ponta como um Ferrari ou um Aston, geramente um carro futurista é aquele carro que está além de nosso tempo.
Esse é um bom exemplo de um carro real que tem a pretenção de ser futurista, veja a forma com que a porta se abre, ela entra por dentro do veículo em um compartimento em baixo do carro, parece coisa de cinema.


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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Caminhamos para o caos urbano



Logo logo isto sera uma cruél realidade

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Natureza em furia


















terça-feira, 6 de abril de 2010

Nanopartículas


Nanopartículas podem danificar DNA a distância, diz estudo

Nanopartículas podem danificar o DNA de células a distância, mesmo sem cruzar as barreiras celulares que protegem certas partes do corpo, afirmam pesquisadores britânicos.

A surpreendente descoberta levanta novas questões sobre a segurança da nanotecnologia, que envolve a manipulação de partículas que são dezenas de milhares de vezes menores que a espessura de um fio de cabelo. Mas a tecnologia também pode ajudar cientistas a criar mais medicamentos e ferramentas de diagnósticos efetivas.

Cientistas da Universidade de Bristol testaram o impacto de altas concentrações de nanopartículas metálicas no DNA em um experimento de laboratório, que eles salientaram não ser projetado para reproduzir precisamente as condições do corpo humano.

"Para a nossa grande surpresa, não só vimos danos em um lado da barreira, como também danos no outro lado da barreira", disse o pesquisador Patrick Case a repórteres.

Case e seus colegas descobriram que as nanopartículas não chegaram a passar pela barreira celular de múltiplas camadas, mas na verdade geraram moléculas de sinalização que foram então transmitidas para as células do outro lado.

Os cientistas, que publicaram o trabalho na "Nature Nanotechnology", disseram que as descobertas sugerem que efeitos diretos e indiretos de nanopartículas nas células são igualmente importantes quando se considera seu uso na medicina.

As nanopartículas --com um diâmetro medido em bilionésimos de metro-- estão sendo estudadas cada vez mais pela medicina, onde podem ajudar na produção de medicamentos contra câncer e outras doenças. A tecnologia já é usada em cosméticos e produtos eletrônicos.

Cientistas chineses publicaram em agosto que sete mulheres jovens chinesas sofreram danos pulmonares permanentes e duas delas morreram depois de trabalharem sem proteção adequada em uma fábrica de tintas que utilizam nanopartículas.

Acelerador de partículas

Maior acelerador de partículas do mundo é religado após 14 meses


O maior acelerador de partículas do mundo voltou à atividade nesta sexta-feira, após 14 meses parado, informou o Centro Europeu de Investigação Nuclear (CERN). O primeiro teste da máquina foi realizado por algumas horas em setembro de 2008, antes do acelerador apresentar um grave problema e ter que ser desligado.

"Os primeiros testes de injeção de partículas de prótons começaram às 16h (13h no horário de Brasília)", disse James Gillies, porta-voz do CERN.

Estas injeções duraram uma "fração de segundo" para permitir que as partículas "deem meia volta, e até uma volta" no circuito do Grande Colisor de Hádrons (LHC), destacou Gillies.

"Se tudo ocorrer bem, às 7h deste sábado [04h no horário de Brasília] trataremos de fazer circular um feixe de partículas durante vários minutos", disse o porta-voz.

A circulação de partículas no gigantesco equipamento começará em um primeiro momento em baixa energia, com 450 GeV (gigaeletrons volts), e quando os cientistas injetarem feixes em direções opostas se produzirão, a essa velocidade, as primeiras colisões.

A partir então, o experimento consistirá em ir aumentando progressivamente a potência da circulação dos prótons, até chegar ao momento mais esperado e temido por alguns: as primeiras colisões de partículas a velocidade próxima a da luz, o que calculam que poderia ocorrer em janeiro.

Nesse momento, serão recriados os instantes posteriores ao Big Bang, o que dará informações-chave sobre a formação do universo e confirmará ou não a teoria da física, baseada no Bóson de Higgs.

A existência dessa partícula, que deve seu nome ao cientista que há 45 anos previu sua existência, considera-se indispensável para explicar por que as partículas elementares têm massa e por que as massas são tão diferentes entre elas.

Segundo Gillies, uma garrafa de champanhe já está pronta para a comemoração.

Falha

O LHC custou 3,76 bilhões de euros e deve permitir progressos sobre o conhecimento da matéria e a origem do universo. O acelerador, contudo, teve sucessivos problemas após entrar em serviço, no dia 10 de setembro de 2008.

O primeiro incidente ocorreu menos de 48 horas após a ativação do sistema, sendo seguido por um segundo defeito, no dia 19 de setembro, que afetou os ímãs encarregados de guiar as partículas pelo circuito do acelerador.

O circuito mede nada menos que 27 km e está 100 metros sob a terra, em uma região da fronteira entre França e Suíça, passando pelo território dos dois países.

Desde setembro de 2008, o CERN realiza um longo trabalho para reparar o Acelerador de Partículas, que incluiu a instalação de novos sistemas de segurança ao longo do percurso, cuja construção envolveu mais de 7.000 físicos, durante cerca de 12 anos.

Oposição

Mas nem todo mundo apoia a experiência. Um grupo contrário ao experimento apresentou nesta sexta-feira uma denúncia ao Conselho de Direitos Humanos sobre o "perigo" que a população está exposta com esse teste.

Eles alegam que a matéria estará em um estado jamais observado antes --o que pode levar ao surgimento de um buraco negro capaz de aspirar tudo o que estiver ao redor.

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ISAAC TRINDADE